terça-feira, 10 de janeiro de 2012



Hoje não há tempo para fatalismos.
Tempo não o há para filosofias já mortas.
Estou cansado, quero dormir.

Fecho os olhos e uma corrente de metafísica,
Fecho os olhos e morro.
Morro apenas para viver amanhã.
É um ciclo, e nada pára a engrenagem.

A água corre e move o moinho.
E o moinho mói...
Mói-me a alma, mói-me o ser,
Mói-me a vida.

Mas isso é hoje.
Vou dormir,
Morrer.
Mas só para viver o próximo dia.

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